Depois dessas geraçãos... O matriocentrismo acaba sendo posto de lado também através dos Mitos. No livro é citado uma pensadora feminista Marilyn French, cuja obra The Masks of God: Occidental Mythology (Nova York, 1970), divide em quatro grupos todos os mitos conhecidos da criação.
- Na primeira etapa, o mundo é criado por uma deusa mãe sem auxilio de ninguém (mito grego)
- Na segunda, um deus andrógino ou um casal cria o mundo (mito chinês)
- Na terceira, um deus ou toma o poder da deusa ou cria o mundo sobre o corpo da deusa primordial (mito sumariano)
- E o último, um deus cria o mundo sozinho (que é o mito que conhecemos)
Através desse parâmetro podemos observar o contexto histórico:
Enquanto se escrevia o Gênesis no Oriente Médio, as culturas patriarcais iam se sucedendo. Na Grécia, o que envolvia a feminilidade era degradado. Em Roma, as mulheres não tiveram poder de decisão no Império. No entanto, na alta Idade Média, a inserção do feminino começa a florescer, mas no período da Renascença acontece a repressão sistemática do feminino, tornando se 04 séculos de "caça às bruxas".

Enquanto se escrevia o Gênesis no Oriente Médio, as culturas patriarcais iam se sucedendo. Na Grécia, o que envolvia a feminilidade era degradado. Em Roma, as mulheres não tiveram poder de decisão no Império. No entanto, na alta Idade Média, a inserção do feminino começa a florescer, mas no período da Renascença acontece a repressão sistemática do feminino, tornando se 04 séculos de "caça às bruxas".


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